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Cadeados do Amor: Existe (sim!) amor em São Paulo

Ai, o amor.  Sentir o coração disparar quando sente a presença da pessoa amada, apreciar cada toque, beijo e abraço (ai, ai…). Estes são momentos únicos, que fazem até com que a gente sinta vontade de guardar cada segundo em uma caixinha para nunca mais perder ou esquecer. Antigamente os casais eternizavam o seu amor com suas iniciais protegidas por um coração no tronco da árvore. Mas, que tal eternizar este momento com um cadeado? Sim, um cadeado!

Apesar de antiga, a tradição dos ‘cadeados do amor’ nunca foi tão contemporânea. De acordo com a lenda (que surgiu em Roma, na Itália), os amantes que escrevem os seus nomes no cadeado e o prendem ao terceiro candeeiro no lado norte da Ponte Milvio e atirassem a chave fora, ficariam juntos para sempre.

A lenda correu o mundo e chegou até São Paulo, onde casais apaixonados deixam os seus cadeados presos a uma grade localizada na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista. O número de cadeados ainda é pequeno – cerca de 40 – mas, tenho um palpite que em breve eles devem se multiplicar. Vejam:

cadeado do amor_sao paulo1 (1) cadeado do amor_sao paulo1 (2)

E em Paris, o lugar mais famoso por abrigar os cadeados, o peso dos objetos chegou a comprometer a estrutura de uma das pontes.

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Vejam outras grandes metrópoles que aderiram à lenda do ‘cadeado do amor’:

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Ilhas Canárias

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Moscou, na Rússia

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Servilha, na Espanha

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Veneza, na Itália

Eu considero toda manifestação de amor válida. Se o relacionamento das pessoas que deixaram os seus respectivos cadeados nas grades das pontes deu certo? Eu não sei! Mas, o mais importante é que aquele momento que ficou eternizado. E, por outro lado,  você sempre vai ter um lugar para voltar e relembrar daquela paixão intensa que por algum motivo precisou sair da sua vida.

Beijos

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