Pessoal

#30coisasantesdos30: Mapa Astral

Sempre gostei muito de astrologia. Desde pequena reserva uma parte do dinheiro da mesada para comprar na banca de jornal aquelas revistinhas de horóscopo, do João Bidu! Agora, com a internet, leio periodicamente o meu horóscopo e, sempre que tenho tempo (ou uma dificuldade) não abro mão de consultar os tarôs e búzios espalhados pela internet. Sim, podem me julgar!

E entre as minhas muitas vontades nesta vida, sempre tive curiosidade de fazer o meu mapa astral. E a oportunidade surgiu da forma mais inusitada possível. Durante uma manhã no salão de beleza. Estava fazendo as unhas quando um numerólogo apresentou o seu trabalho e me ofereceu uma degustação.  Confesso que não botei muita fé. Mas quando ele começou a me dar algumas informações mais precisas sobre a minha personalidade decidi tirar a prova dos noves e encomendei o meu mapa astral.

mapa astral

Recebi o material no sábado. São 48 folhas de sulfites com informações sobre o meu nome completo, data de aniversário e a influência do meu primeiro nome, da soma das vogais e das consoantes na minha personalidade.  Confesso que fiquei um pouco frustrada com a apresentação. Já que na minha imaginação um mapa astral era repleto de gráfico e informações visuais. O meu é bem simplesinho. Não tem um gráfico! Apenas texto corrido, por isso, nem vale à pena fotografar!

Uma das orientações do numerólogo foi para eu ler o conteúdo com calma e uma caneta, para fazer anotações nas coisas que não entendia, não concordava ou que achava repetitiva. Fiz isso.  E, de coração, se eu acreditava em ‘coisas esotéricas’, agora acredito mais ainda. Eu me vi no que estava descrito naquelas folhas. O mapa apontou informações tão secretas sobre a minha personalidade, que algumas, nunca tive coragem de compartilhar com ninguém.

Ainda não acabei a leitura, pois, como disse ela é uma pouco cansativa, afinal, não é fácil reconhecer os seus defeitos e tentar encontrar alternativas para amenizar estes problemas. Mas, não pensem que concordei com tudo. Alguns temas são bastante repetitivos. Se o material fosse editado para uma versão mais compacta, acho que em 30 páginas estaria muito bem resolvido.

Espero que essas informações sejam uteis para quando me tornar uma balzaquiana. Quem sabe deixo de ser tão  ‘bobinha’ e me torno uma mulher mais esperta? Assim espero!

Beijos

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